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quarta-feira, 20 de junho de 2007

O "Antes" e o "Depois"

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Foto tirada em 07.05.07, durante a lavagem das fachadas, mostrando o topo do edifício e uma sacada do apt. 121.

Na foto abaixo, tirada em 11.05.07, podemos constatar que o hidrojateamento não trouxe (no caso) resultados satisfatórios. A fuligem negra já penetrou no travertino passando a fazer parte integrante do revestimento do edifício. O topo está bastante escurecido.



Há necessidade de se refazer o revestimento que deve receber uma aplicação de hidrofugante e proteção com a instalação de rufos.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Restauração das Fachadas : Topo Sendo Lavado (15)

As fotos abaixo mostram o quanto o travertino está degradado (em algumas áreas) não permitindo recuperação através do hidro-jateamento. Neste caso, a única solução que se apresenta é a aplicação de um novo travertino. Fotos tiradas durante a lavagem em 08.05.07 com travertino úmido. Compare a área lavada com a não lavada.
Abaixo fotos tiradas em 11.05.07 mostram o resultado do hidro-jateamento com o travertino seco.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Restauração das Fachadas : Topo Lavado (13)

O travertino está tão degradado que já perdeu suas características. As manchas que se vê "são definitivas". A água sob pressão não é suficiente. Observe que o operador não conseguiu eliminar a faixa escura. Na foto abaixo tudo indica que as marcas mais escuras são falhas da limpeza. Não receberam água sob pressão.

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Restauração das Fachadas : Topo (7)



Compare o resultado entre áreas lavadas e não lavadas localizadas no topo do prédio (fundos). A fuligem negra já está de tal forma impregnada no travertino que não se consegue mais eliminá-la.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Restauração das Fachadas : Topo (3)

Observe o estado lastimável do topo do edifício. Bastante degradado.
Em regiões próximas da cobertura, ou onde haja saliências ou reentrâncias (filetes, ranhuras, barras, nervuras, entre outros), formam-se vórtices que provocam uma brusca redução da velocideade do ar, o que favorece a deposição das partículas nas superfícies. Quando existem superfícies horizontais, as partículas depositar-se-ão, tornando difícil sua remoção por ação do vento ou da água da chuva.