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sexta-feira, 20 de julho de 2007

Nossos Pilares


Nosso edifício é sustentado por 28 pilares dentre os quais 20 estão nos perímetros dos apartamentos. Cada apartamento está associado a 5 pilares.


Confira no sumaríssimo croquis abaixo :


Nota : O croquis acima é fiel ao bloco final 2. Para os outros é questão de simetria. Basta fazer o rebatimento.

Alguns dos pilares estão desplacados e outros apresentam o revestimento trincado. Sob orientação de engenheiro especializado em recuperação de estruturas, todos os pilares serão restaurados e não oferecem, no momento, qualquer risco ao condomínio.

Veja algumas fotos :

Localização : Entre os quartos de empregada dos apts. 13 e 23


A foto abaixo, localizada junto ao quarto de empregada do apt. 12, mostra uma trinca que evolui em direção ao topo do prédio.

O pilar abaixo localiza-se na frente do edifício entre os apts. 42 e 52.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Pilares


Em uma hierarquia de importância, os pilares e as fundações, assumem o maior nível dentre todos os elementos estruturais de uma edificação.

O colapso de um pilar pode acarretar no colapso progressivo dos demais pilares da estrutura, em efeito chamado vulgarmente de efeito dominó. Os pilares são os responsáveis pelo transporte das cargas verticais, assim como das forças horizontais, usualmente oriundas do vento até as fundações.

O desenho a seguir, com pilares em azul, e...

esta foto ajudam a compreender com facilidade a importância dos pilares.


Como curiosidade veja pilares em outras situações :




terça-feira, 17 de julho de 2007

A Importância dos Pilares

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O nosso prédio não corre grande risco diante do estado atual de seus pilares, mas merece toda atenção quanto aos reparos que estão previstos para execução em breve. Leia a matéria abaixo e veja o que os pilares representam para um edifício :
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"Defesa Civil libera prédio interditado ontem no Rio"
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A Defesa Civil liberou hoje à tarde o prédio de seis andares na Barra da Tijuca (zona sul do Rio) interditado desde a noite anterior porque um bloco ameaçava desabar.
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O edifício foi interditado ontem, às 20h, depois que os moradores ouviram, no meio da tarde, um forte estrondo e sentiram o edifício balançar. Cerca de 60 pessoas tiveram de deixar os apartamentos às pressas. "Foi um barulho enorme.
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O prédio balançou como um navio. Ficamos apavorados", contou Marta Dorneles, 39, que deixou o local junto com os dois filhos.A Defesa Civil foi ao local e constatou a formação de rachaduras em três dos 48 apartamentos do bloco 2, provocadas pelo abalo em um dos pilares de sustentação do edifício.
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O bloco 1, com o mesmo número de apartamentos, não foi afetado.Por medida de segurança, o coordenador do órgão, coronel João Carlos Mariano, determinou a retirada de todos os moradores do bloco 1 e interditou parcialmente o prédio.
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O edifício estava passando por uma revisão estrutural, realizada pela empresa Jatocret. O objetivo da obra era reforçar os pilares de sustentação.Ontem, peritos da Defesa Civil injetaram concreto nas fendas da coluna abalada e fizeram um trabalho de escoramento nos outros pilares.
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Hoje pela manhã, o órgão liberou a volta dos moradores aos apartamentos, após constatar que não havia risco de desabamento.
No fim da tarde, desinterditou o prédio.Técnicos do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) também estiveram no local. Uma análise preliminar aponta como causa do abalo, segundo o presidente da instituição, José Chacon, uma falha na execução da obra de construção do prédio.
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"Pelo que pudemos ver, o problema está na construção dos pilares de sustentação do edifício", disse Chacon.O técnico Gilberto Filizola, que acompanhou a perícia, disse que o pilar abalado não foi devidamente concretado na época em que o prédio foi erguido, há 16 anos."
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O concreto não preencheu todos os espaços vazios da coluna, fazendo com que a estrutura de aço interna ficasse próxima da face do pilar.a es
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O aço acabou sofrendo oxidação, o que tornou o pilar mais frágil", explicou Filizola.O Crea também verificou falhas em outros quatro pilares de sustentação do edifício. "Em alguns, o aço está aparente.
Em outros, falta proteção para a estrutura metálica", disse Filizola.
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Chacon informou que, se for confirmada a falha na execução da obra, a empresa responsável pela construção será convocada a prestar esclarecimentos. Até as 18h o nome da construtora não havia sido divulgado.
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Moradores do prédio, entretanto, acusam a Jatocret de ser responsável pelo acidente. Eles dizem que, durante a obra de reparo, foi retirada parte do concreto de três colunas ao mesmo tempo, sem que fosse feito o escoramento dos pilares."Eles tiraram o concreto sem colocar nenhum suporte como apoio.
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Além disso, não havia nenhum engenheiro responsável pela obra na hora em que houve o abalo", disse a moradora Marta Dorneles.Os engenheiros da Jatocret que estavam no prédio hoje não aceitaram dar entrevistas.
A empresa também não se manifestou sobre o assunto.O presidente do Crea negou as acusações. "Não constatamos nenhuma irregularidade na obra durante a perícia."Até o início da noite de hoje, a Defesa Civil ainda não havia divulgado o laudo com as causas do acidente.

Fonte :
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u19477.shtml